Vídeo: Na Spaço FM, deputado campeão de votos no RS reforça que sua primeira missão será libertar Jair Bolsonaro

Em 06/10/2026
por Gabriel Marchetto

Mauricio Marcon foi reeleito com 379.834 votos

O deputado federal Mauricio Marcon (PL), candidato mais votado para a Câmara dos Deputados no Rio Grande do Sul nas Eleições de 2026, afirmou que sua primeira missão no novo mandato será trabalhar pela libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante participação no programa Fim de Expediente, da Spaço FM, nesta segunda-feira, 5, ao lado do deputado estadual reeleito, professor Claudio Branchieri (PL).

Com 100% das urnas apuradas, Marcon recebeu 379.834 votos no Estado. Em Farroupilha, o parlamentar contabilizou 9.496 votos. Durante a entrevista, Mauricio também analisou o cenário do segundo turno da eleição presidencial e afirmou que, na avaliação dele, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta dificuldades para reverter o resultado da primeira etapa.

O político citou a possibilidade de avanço da proposta que prevê o fim da escala 6×1 como uma das medidas que poderiam ser utilizadas antes do segundo turno. Segundo Marcon, a votação da proposta, mesmo com uma eventual tramitação acelerada, não seria suficiente para alterar o cenário eleitoral. Ele destacou o desempenho de candidatos de centro e centro-direita no primeiro turno. Com isso, citou Ronaldo Caiado, Romeu Zema e outros concorrentes para argumentar que parte desse eleitorado poderá ser disputada na segunda etapa.

O caxiense utilizou ainda os resultados de Farroupilha para exemplificar a diferença entre as votações para presidente e governador. Segundo ele, o município registrou uma votação expressiva para candidatos de direita e nomes de centro na disputa presidencial.

Libertação de Bolsonaro

A situação de Jair Bolsonaro foi um dos principais assuntos abordados por Mauricio Marcon durante a entrevista. Ao comentar as prioridades para o próximo mandato, o parlamentar afirmou: “Minha primeira missão é libertar Jair Bolsonaro”.

Ele classificou o ex-presidente como um símbolo da direita brasileira e contestou as acusações que resultaram em sua situação judicial. O parlamentr criticou o processo relacionado à tentativa de golpe de Estado e defendeu a libertação e indenização dos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

O deputado ainda frisou que gostaria de ver Flávio Bolsonaro, caso eleito presidente, assumir o governo acompanhado de pessoas presas ou condenadas em decorrência dos acontecimentos de 2023. Ao analisar o cenário político após o primeiro turno, Marcon destacou a mobilização dos eleitores de direita e revelou perceber maior engajamento desse grupo nas redes sociais.

Confira a entrevista no vídeo abaixo:

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