Sinalização foi instalada nesta segunda-feira
A prefeitura de Farroupilha, por meio do Departamento Municipal de Trânsito, instalou duas placas de proibição de trânsito de caminhões e carretas em um trecho da Rua Muçum, no bairro São José. A medida foi adotada após a constatação de que motoristas de veículos pesados estavam sendo direcionados pelo aplicativo Waze para uma rota sem condições de acesso à Rua Tercílio de Mello, na SFAN.
As placas foram instaladas no fim da tarde desta segunda-feira, 27, e têm como objetivo evitar que caminhões fiquem presos na via, além de reduzir os riscos de acidentes. De acordo com o diretor do Departamento de Trânsito, Alessandro da Silva, a situação chamou a atenção após um caminhão carregado com combustível ficar impossibilitado de prosseguir pelo trajeto.
Segundo ele, o local apresentava potencial para uma ocorrência grave. “A gente verificando aqui no local, poderia ter ocorrido até uma tragédia, porque era um caminhão carregado de combustível”, ressaltou. Alessandro explica que o problema ocorre porque o aplicativo de navegação indica a Rua Muçum como rota alternativa, mesmo sem considerar as limitações da via para veículos de grande porte. “O Waze faz isso. Inclusive já aconteceu comigo em Porto Alegre, de me jogar em um local onde não dava para circular. Aqui acontece a mesma coisa”, comentou.
Com a instalação das placas, a expectativa é de que os caminhoneiros percebam a restrição antes de entrar na rua e optem por outro caminho, evitando transtornos. “Se o Waze jogar o motorista para essa rota, ele vai ver as placas e entender que é proibido o trânsito de caminhões. Provavelmente o aplicativo vai indicar outra opção”, alertou. O diretor destaca ainda que a Rua Muçum é estreita e não oferece condições adequadas para a circulação e manobra de caminhões e carretas.
Para ele, reforçar a sinalização é uma forma de aumentar a segurança tanto dos motoristas quanto dos moradores da região. “Quanto melhor sinalizado, mais conseguimos evitar acidentes. Estamos fazendo isso para ajudar e tenho certeza de que essa situação não vai mais ocorrer”, concluiu.
Créditos: Luís Carlos Muller

