Prefeito de Farroupilha comenta sobre artigo que mostra ciclo de desenvolvimento e soma mais de R$ 285 milhões em investimentos imobiliários

Em 27/07/2026
por Site Spaço

Jonas Tomazini destacou que expansão da construção civil reflete a confiança dos investidores

O prefeito de Farroupilha, Jonas Tomazini, comentou na manhã desta segunda-feira, 27, sobre um artigo publicado em jornais da região que mostra o ciclo de desenvolvimento e soma mais de R$ 285 milhões em empreendimentos imobiliários anunciados apenas em 2026. Tomazini salientou que o município consolida um cenário de forte expansão da construção civil, impulsionado pela chegada de novos investimentos, pela geração de empregos e pela confiança do setor privado no potencial da cidade.

Durante entrevista concedida a Rogério Portolan, ele comentou o artigo intitulado ‘O que os guindastes de Farroupilha estão dizendo’, no qual utilizou a imagem dos guindastes espalhados pelo município como símbolo do momento econômico vivido pela cidade.

Segundo o prefeito, a construção civil é um dos indicadores mais claros da confiança dos investidores. “Ninguém investe milhões em ferro, aço e concreto se não tiver a certeza de que está em um local próspero, um local que tem futuro e onde a semente plantada vai dar frutos. Estamos muito felizes com esse momento e com o reconhecimento que Farroupilha vem recebendo”, frisou.

De acordo com o prefeito, os quase R$ 300 milhões em investimentos contemplam empreendimentos voltados para diferentes públicos, desde projetos enquadrados no programa Minha Casa Minha Vida até condomínios e edifícios de alto padrão.

Desenvolvimento vai além da construção civil

Tomazini ressaltou que o bom momento econômico não está restrito ao mercado imobiliário. Conforme ele, diversos setores vêm registrando crescimento simultâneo. Na área industrial, novas empresas estão se instalando no município e outras ampliam suas estruturas, especialmente na região da Linha Palmeiro, que vive um intenso processo de expansão industrial. A localização estratégica de Farroupilha também tem atraído empresas ligadas ao transporte e à logística.

Segundo o gestor, esse movimento cria um ciclo positivo. “Quando você gera empregos na indústria e no comércio, automaticamente aumenta a procura por moradias. As pessoas conseguem melhorar sua qualidade de vida, sair do aluguel, comprar sua casa própria ou investir em um imóvel melhor. Uma coisa acaba puxando a outra”, pontuou.

Aprovação de projetos segue acelerada

O prefeito informou que a administração acompanha de perto os processos de aprovação de novos empreendimentos para garantir agilidade aos investidores. Ele revelou que diversos projetos ainda estão em análise na Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente e que novas autorizações deverão resultar em outros anúncios importantes ao longo deste ano. “Já sabemos que existem muitos investimentos em fase de aprovação. Tenho acompanhado pessoalmente esses processos para que possamos agilizar as análises. Temos muita notícia boa para chegar ainda, tanto na construção civil quanto na área industrial”, ressaltou.

Planejamento acompanha o crescimento

Tomazini destacou que o crescimento da cidade também exige planejamento da estrutura pública. Segundo ele, áreas como saúde, educação e infraestrutura já estão sendo preparadas para atender o aumento da população decorrente dos novos empreendimentos. No artigo publicado, o prefeito afirma que o desenvolvimento é resultado de um ‘efeito cascata’, no qual os investimentos privados impulsionam a geração de empregos, aumentam a demanda por moradias e movimentam toda a cadeia da construção civil. Além disso, ele atribuiu o momento positivo à união entre iniciativa privada, poder público e comunidade. “Esse não é um mérito apenas do Jonas ou do Tiago. É mérito da nossa equipe, da indústria, dos empreendedores e de toda a comunidade farroupilhense, que trabalha diariamente para tornar Farroupilha uma terra de oportunidades e conquistas”, pontuou.

Leia o artigo na íntegra

O que os guindastes de Farroupilha estão dizendo

Há um termômetro econômico que dispensa relatórios e planilhas. Basta olhar para o horizonte de uma cidade. Guindastes erguidos são, historicamente, um dos sinais mais honestos de confiança no futuro. Ninguém investe milhões em concreto e aço apostando em um lugar sem perspectiva. É exatamente isso que Farroupilha exibe hoje, um horizonte pontuado de gruas e canteiros de obras.

Os números dão dimensão ao que os olhos já percebem. São mais de R$ 285 milhões em empreendimentos imobiliários anunciados apenas em 2026, com cerca de 849 novas moradias a caminho. Cinco incorporadoras, com projetos que vão do alto padrão ao condomínio de grande escala. Trata-se de um setor inteiro lendo o mesmo cenário e chegando à mesma conclusão.

Descrevo esse movimento como um “efeito cascata”, e a expressão é precisa. Empresas chegam e se ampliam, abrindo vagas que atraem novos profissionais. Esses trabalhadores geram renda e passam a precisar de moradia. A demanda, por sua vez, desperta o interesse de quem constrói. Cada elo puxa o seguinte, e a construção civil aparece como a consequência mais visível do bom momento da economia local. Antes mesmo da entrega das chaves, cada canteiro já movimenta uma longa cadeia de fornecedores e serviços.

Há mérito público nessa equação, e é justo reconhecê-lo. Investimento dessa magnitude exige previsibilidade e agilidade nas aprovações, além de instrumentos concretos como a Lei do Desenvolvimento Econômico. Há também mérito coletivo, da indústria que sustenta a cidade e dos empreendedores que seguem confiando nela. A qualidade de vida completa o conjunto de razões que fazem alguém escolher Farroupilha para criar raízes.

Porque, no fim, é disso que se trata. Atrás de cada uma das 849 moradias haverá uma família. Será o casal jovem no primeiro apartamento ou o trabalhador que veio pela vaga na indústria e decidiu ficar. Prédios se medem em metros quadrados. Cidades se medem em pertencimento.

Crescer também exige preparo, e a cidade já se antecipa a essa nova realidade. O planejamento em áreas como educação e saúde caminha junto com os canteiros, para que a estrutura pública acompanhe o ritmo das novas moradias. Essa é uma tarefa reservada às cidades que deram certo. Farroupilha se consolida como um lugar para viver, e os guindastes no horizonte estão aí para confirmar.

Ouça a entrevista
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